UTILIZAÇÃO DO PAU-ROSA
Aniba Rosaeodora (família, Lauraceae)
Extração: Cultivado no Brasil e Peru o óleo é extraído da madeira da árvore perene tropical.
Método de Extração: Destilação a vapor.
Tradição : O pau rosa tradicionalmente cobiçado pela sua madeira aromática, especialmente para o mobiliário inglês do século XIX. Utilizado pelos índios da Amazônia para tratar ferimentos e problemas de pele. Hoje a madeira é usada em pauzinhos chineses; o óleo em sabonetes, produtos e higiene como aromático para alimentos e bebidas. Os chineses faziam camas e móveis de pau rosa, com poder relaxante e de cura.
Aroma Típico: Amadeirado Floral
Nota do Aroma: Alta
Propriedades: O óleo tem cheiro doce, floral, a madeira. Anti-séptico, regenerador celular, antidepressivo, afrodisíaco, tônico para o corpo, sedativo e estimulante, excelente sistema imunológico, clareado mental. Analgésico, inseticida, desodorante,
Principais Constituintes: Álcool Terpênico Linalol.
Ações: Em aromaterapia é muito útil para problemas da pele, desde acne a rugas e cicatrizes, pele seca ou madura, pele sensível, inflamada, ansiedade, stress, dores de cabeça de náuseas, adaptação de fuso horário, candidíase.
Em pessoas que tiveram no passado experiências traumáticas em relação a sexo, promove aceitação pessoal e abre para novas experiências. Estabiliza o sistema nervoso central, ajuda o sistema imunológico, É um óleo profundamente relaxante íntimo, restaura a libido e pode ter algum efeito contra impotência e frigidez.
Combinações: Cedro, Coriandro, Olibano, Rosa, Sandalo, Vetiver Ylang Ylang, Patchouli, Limão Tahiti, Gerânio.
Precauções: O óleo essencial de pau rosa é perfeitamente seguro para o uso em casa, desde que diluído antes da aplicação.
CHANEL 5 E O PAU-ROSA
O pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke), árvore típica da Amazônia, de cuja casca se extrai um óleo rico em linalol, fixador de perfumes, usado pelos fabricantes do Chanel nº 5.
São três espécies de pau-rosa encontradas em outras regiões do Brasil, no México e na Mata Atlântica, mas a espécie amazônica é a que apresenta a maior concentração de óleo, por isso é explorada incessantemente há décadas, estando ameaçada de extinção.
Seu maior problema é que a a árvore do pau-rosa precisa ser abatida para a extração do óleo da casca. A corrida é grande em busca desta árvore, visto que seu corte predatório a está levando ao desaparecimento .
Acredita-se que cerca de 500 mil árvores dessa espécie já foram abatidas desde o início da exploração do pau-rosa, o que levou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a incluí-lo na lista das espécies em perigo de extinção em abril de 1992 e este órgão só permite a extração do pau-rosa se houver a reposição da espécie.
Pesquisa realizada pelos alunos:
Karoline Petrini
Jaqueline Corrêa
Bruna Mendes
Lucas Felipe
Mariana Amaral
Renata Castro
As imagens vistas neste post foram coletadas na WEB e outras feitas pelos próprios alunos nas visitas ao Museu Goeldi e Ver-o-Peso.
E agradeço a gentileza dos alunos do grupo "Amigos da História" e da professora Maria de Jesus Castro em colaborar com este blog, compartilhando conosco informações e estudos, postando, divulgando e comentando os posts.
E não se esqueçam de votar na enquete ao lado sobre o cheirinho de Belém!
Abraços prof. Rozy e Maria de Jesus